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quarta-feira, 20 de abril de 2011

Amarrar os sapatos fica cada vez mais complicado..

Pesquisa feita pela empresa AVG – especializada em sistemas de segurança para internet – com 2.200 mães de crianças de 2 a 5 anos em 10 países mostra que meninos e meninas pequenos têm mais facilidade com aparatos eletrônicos do que com atividades físicas e lúdicas como pedalar, nadar e amarrar os sapatos.

Apesar de a notícia soar assustadora para muitos pais, Marcelo Cunha Bueno – diretor pedagógico da escola Estilo de Aprender e colunista da Revista CRESCER – acredita que a descoberta não é necessariamente negativa, desde que haja um equilíbrio entre o uso das ferramentas tecnológicas e de outras atividades. Ele lembra que a geração atual tem menos oportunidades de fazer atividades físicas em casa, com a família e os amigos. Assim, a escola tem um papel importante de incentivar outras atividades que exijam mais movimento da criança.
Veja as principais conclusões do relatório:

- 58% das crianças na faixa etária pesquisada sabem utilizar jogos de computador. Entre os menorzinhos, de 2 a 3 anos, 44% diverte-se com os games;

- 19% brinca com aplicativos de smartphones e 25% já navega na internet. No entanto, só 9% sabe amarrar os sapatos e 20% aprendeu a nadar;

- Mães com mais de 35 anos têm mais facilidade para ensinar habilidades não-tecnológicas aos filhos: 40% das crianças com mães acima dessa idade já sabem escrever o próprio nome, enquanto 35% dos filhos de mães mais jovens conseguem fazer o mesmo.

É .. a tecnologia cada vez ganhando mais espaço;
Beijos;
Pri

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Cólica chata..

A pedido de uma aluna querida e leitora do blog hoje vamos falar das cólicas...
As cólicas são comuns em bebês desde o nascimento, principalmente depois dos 15 dias, seguindo até os três meses de vida, normalmente ocorrem no mesmo horário. Raramente acontece em bebês com mais de seis meses de idade.
É uma sensação nova para o bebê e dói muito. O choro de cólica é estridente. Observe as seguintes características: o bebê fica inquieto, com rosto vermelho, fazendo caretas, se contorce e encolhe as perninhas até a barriguinha.
A cólica normalmente acontece por imaturidade do sistema digestivo do bebê. Essa imaturidade faz com que as paredes intestinais se contraiam e relaxem sem controle e isso pode resultar em gases e levar à cólica.
Recadinhos importantes - O bebê pode engolir ar quando amamenta ou se alimenta. Engolir ar aumenta as dores por gases. Uma dor por gases pode ser a pior dor que seu pequeno já sentiu, por isso o choro que não cessa por nada. É importante colocar o bebê bem inclinado para se alimentar, arrotar após as mamadas e colocá-lo para dormir de lado.
Além da posição para alimentação e colocar o bebê para arrotar, há outras maneiras de prevenir a cólica. - Fazer compressas mornas na barriga do bebê como colocar uma fralda aquecida ou bolsa com água morna (verifique a temperatura para não causar queimaduras), fazer ginástica com as perninhas do bebê como se ele estivesse "pedalando" e massagear a barriga do bebê com as mãos aquecidas com movimentos circulares durante 2 minutos, todos de 4 a 5 vezes por dia ajudam o bebê a não ter cólicas ou aliviar a dor na hora das crises.
- Para evitar o estresse, procure manter o ambiente calmo e quieto enquanto alimenta o bebê ou nos horários mais freqüentes da cólica e descubra formas de confortá-lo, cada bebê se sente seguro e amado do seu jeito.
- Não é cientificamente provado que a alimentação da mamãe pode dar cólica no bebê que amamenta. Mas há muitos relatos de mães sobre isso. Fique atenta se perceber que quando come algum tipo de alimento seu bebê tem cólica. Evite esse alimento pelo menos até os três meses de vida do seu bebê. Os agressores mais comuns são laticínios, chocolate, cafeína, melão, pepino, pimentão, frutas e sucos cítricos e alimentos condimentados.
- Na hora da crise o calor ajuda na liberação dos gases que provocam a cólica. Colocar o bebê barriga com barriga com você com as perninhas encolhidas, de barriga no seu antebraço, uma bolsa térmica com água morna na barriga do pequeno ou massagear a barriguinha ajudam na eliminação da dor.
- Como os homens têm a temperatura do corpo um pouco mais elevada que as mulheres pode ser que as cólicas se resolvam mais rápido quando o bebê é colocado na barriga ou no antebraço do papai ou quando é o papai que faz as massagens.
Nada de chá - Não faça uso de chás para resolver o problema. O chá pode provocar ainda mais cólica já que o intestino do bebê ainda está imaturo. Ou o chá simplesmente por ter um efeito calmante faz seu bebê dormir, mas não resolve a cólica. Só use remédios com prescrição médica.

Beijos;
Pri

sábado, 16 de abril de 2011

A Shantala..

Shantala é uma técnica de massagem que surgiu na Índia. É uma deliciosa maneira de aproximar ainda mais a mãe e seu bebê! O vínculo criado entre o massageado (bebê) e quem o faz (pai, mãe, avós, cuidadores, etc) é de extrema importância para o bebê. Por isso, quem vai aprender a técnica deve agir com grande responsabilidade e muito amor.
A massagem pode ser aplicada em bebês a partir de uma mês de idade, e não antes disso! É isso que se preconiza na índia, pois assim como a moleira do bebê ainda está aberta, a filosofia Indiana afirma que os chakra, ou seja, os pontos de energia do corpo do bebê, também ainda estão abertos, e em formação, durante o primeiro mês de vida.
A técnica da Shantala não é difícil de aprender, mas a arte em aplicá-la deve ser respeitada. Há uma sequência a ser seguida e isso deve ser priorizado.
Deve-se criar uma rotina para se fazer a massagem, ou seja, ela deve acontecer sempre no mesmo horário, de preferência ao anoitecer. Pois após recebê-la o bebê deve tomar um banho de imersão (banheira ou ofurô) para se acalmar ainda mais. Depois ele deve ter um soninho reparador, longo e delicioso!
Durante a aplicação, outro ponto importante é o óleo a ser passado no corpinho do bebê. Ele deve ser vegetal (extraído das plantas) e não mineral, vindo do petróleo! Os melhores são os de amêndoa-doce, coco, girassol e uva.
Segundo Frederick Leboyer, obstetra francês, que trouxe esse presente para o nosso continente, "é preciso conversar com a pele do bebê, que tem sede e fome como sua barriga".
Leboyer enfatiza a importância de quem vai aplicar a massagem, de estar 100% onde se está, prestando a atenção no seu bebê, mantendo o olhar em seus olhinhos, e a mãe e o coração juntos!
Os benefícios que essa massagem proporciona são diversos, entre eles a sensação de bem estar e calma. Ao receber o 'toque', o bebê sente-se mais seguro e acolhido. Os estímulos que eles recebem através do toque, produzem endomorfinas, hormônios neurológicos que reforçam sensações de amor, calor, amizade... um verdadeiro ato de amor!
Então, lembre-se: a hora reservada para aplicar a shantala, é hora de ambos estarem juntos, olho no olho, toque a toque!
PS: Se alguma mamãe quiser aprender direitinho, nesse link http://bebe.abril.com.br/0_12/saude/passo-a-passo-shantala.php?pagina=0 tem o passo a passo ok?

Beijos e bom sábado!!!
Pri

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Limpando os brinquedos..

Os brinquedos vão para o chão do quarto, para a cama, mesa de jantar, jardim, banheira e – ops! – de repente chegam também à boca das crianças. Se isso não acontecer, tenha certeza, as mãozinhas que manipulam tais objetos, estas sim, cedo ou tarde chegarão à boca, ao nariz e aos olhos de seu filho. E, claro, justamente o mais “sujinho” é o brinquedo preferido dele.
O resultado é um intenso vaivém de microrganismos passíveis de provocar doenças e infecções. Isso é normal, e o contato com a sujeira vai fortalecer o sistema imunológico da criança. Na rotina tumultuada dos pais e das mães, a periodicidade da limpeza é a preocupação número 1.
Para os brinquedos duros (como plástico, borracha, madeira e metal), é aconselhável que ela aconteça semanalmente. No caso de itens mais trabalhosos (bonecos de pano e pelúcia), a higienização pode ser feita uma vez ou mês ou a cada 15 dias. Outro ponto é fundamental: o armazenamento. Guarde os brinquedos em locais próprios (caixas plásticas ou de papelão, armários etc.) para mantê-los relativamente limpos e ainda estimular na criança o hábito de cuidar bem das próprias coisas.
Cada qual com sua limpeza. Vou mostrar, separado por tipo de material, para você e os brinquedos de seu filho conviverem em paz. Se vierem mal embalados ou sem embalagem nenhuma e até se forem novos, devem ser limpos.

 
Metal
Limpe com pano umedecido em álcool 70%. Se o brinquedo não for de ferro, pode-se limpá-lo também com água e detergente ou sabão neutro, com a mão ou uma esponja não abrasiva. Itens pequenos podem ainda ser lavados na máquina de lavar louça ou com escovinhas cujas cerdas penetrem nas reentrâncias. Caso o brinquedo tenha partes de ferro (pregos ou partes maiores), evite qualquer contato com água e verifique regularmente se nelas há eventuais focos de ferrugem.
SE APARECER ALGUMA FERRUGEM, dá para cobrir com tinta ou simplesmente substituir a parte afetada.

 
Borracha e E.V.A.
Estes são bem simples: basta higienizar com água e sabão ou com pano umedecido em álcool.
AQUELES QUE FICAM NO LUGAR DO BANHO devem receber atenção especial. Depois que tiver terminado, procure retirar a água do interior deles toda vez que forem mergulhados.


Beijos queridas e bom final de semana;

Pri

quinta-feira, 14 de abril de 2011

O famoso banho..

Os primeiros banhos do bebê, tradicionalmente, são dados em banheira. Um pouco porque ficar imerso na água, sendo sustentado pelos braços do pai ou da mãe, em água morna, lembra o conforto do útero materno, e um tanto por tradição.
O bebê pode ser banhado em baldes, bacias, ofurôs; alguns pais entram no chuveiro com a criança no colo, é ou não é? Mas o tradicional mesmo é a banheira.
Esta da foto brinca um pouco com a ideia de banheira tradicional, já que miniaturiza as banheiras vintage adultas. Um charme total.. (tudo bem que custa quase 1.800 reais uma dessas, mas é linda rs).


Para as moderninhas exitem os chamados Tummy Tubs, ou aqui no Brasil conhecido como Ofurô Brasileiro, rs.
É um balde, ou também chamada de banheira terapêutica especialmente elaborada para bebês recém nascidos até os 06 meses de vida. Os bebês, dentro do TummyTub, adaptam-se facilmente à posição fetal e permanecem calmos e relaxados. E claro, tem um preço bem acessível..


Tem para todos os gostos e bolsos..

Beijos;
Pri

Data do parto

Uma dica pras mamães que ainda não sabem a data prevista para seu bebê nascer..
Clique nesse link e preencha os dados:

Um beijo e sejam sempre felizes!!!
Pri

Menina?

Você faria de tudo para ter uma filha? A revista Crescer relata que segundo a consultoria holandesa Gender Consult, especializada em métodos naturais para seleção do sexo, engravidar de uma menininha pode ser mais fácil do que se imagina. De acordo com pesquisa realizada pela empresa em parceria com as universidades Delft e Maastricht, na Holanda, adotar uma dieta rica em cálcio e magnésio e ter relações sexuais dias antes do pico ovulatório aumentam para 81% as chances de o embrião ser do sexo feminino.

Publicado no Reproductive BioMedicine Online, o estudo pediu que as mulheres ingerissem alimentos como frutas, legumes e arroz, além de tomar suplementos de cálcio e magnésio, durante nove semanas antes da concepção. As participantes também evitaram alimentos com níveis altos de potássio (batatas, por exemplo), um mineral que possivelmente aumenta as chances de conceber meninos.

Os casais foram orientados a manter relações sexuais três ou quatro dias antes da ovulação. O objetivo era favorecer os espermatozóides com cromossomos femininos, que demoram mais tempo para atingir o óvulo do que os espermatozóides com cromossomos masculinos. O resultado: das 32 mulheres que seguiram o programa completo, 26 tiveram meninas.

Entretanto, a bióloga da Gender Consult Annet Noorlander acredita que a dieta tem mais influência no sexo do bebê do que o período da concepção. A explicação seria a quantidade e os tipos de minerais (que mudam de acordo com a alimentação) presentes na corrente sanguínea da mulher. “Se as pessoas fizerem tudo o que sugerimos, suas chances de ter uma menina aumentam muito. O método é experimental, mas conseguimos provar que funciona”, disse Annet ao jornal inglês The Telegraph.

beijos;
Pri

terça-feira, 12 de abril de 2011

Incompatibilidade sanguínea..

Como adoro sugestões para postar aqui para vocês, hoje uma grande amiga me expôs uma situação que merece muito a atenção de todas..
Exames pré-nupciais facilitam muito esse conhecimento, vamos lá:
Você conhece o tipo sanguineo do seu parceiro? E o seu? São compatíveis?..

A doença hemolítica por incompatibilidade Rh é causada por uma incompatibilidade sangüínea da mãe e do pai, herdada pelo filho.
Para ficar mais claro, o agente Rh é uma proteína sanguínea que pode ou não estar presente no sangue humano. No primeiro caso, diz-se que a pessoa possui Rh + (Rh positivo); no outro, Rh – (Rh negativo).
Eritroblastose fetal é uma doença hemolítica causada por essa incompatibilidade do sistema Rh do sangue materno e fetal. Ela se manifesta, quando há incompatibilidade sanguínea referente ao Rh entre mãe e feto, ou seja, quando o fator Rh da mãe é negativo e o do feto, positivo. Quando isso acontece, durante a gestação, a mulher produz anticorpos anti-Rh para tentar destruir o agente Rh do feto, considerado “intruso”.
Uma vez produzidos, esses anticorpos permanecem na circulação da mãe. Caso ela volte a engravidar de um bebê com Rh positivo, os anticorpos produzidos na gravidez anterior destroem as hemácias (glóbulos vermelhos do sangue) do feto. Para compensar essa perda,  são fabricadas mais hemácias, que chegam imaturas ao sangue e recebem o nome de eritroblastos.
O primeiro filho, portanto, apresenta menos risco de desenvolver a doença do que os seguintes, porque a mãe Rh- ainda não foi sensibilizada pelos anticorpos anti-Rh. No entanto, na falta de tratamento, esses anticorpos produzidos na primeira gestação podem destruir as hemácias do sangue dos próximos fetos Rh .
A pesquisa de anticorpos anti-Rh por meio do teste de Coombs indireto é o principal exame a ser realizado durante o pré-natal de mãe com Rh negativo cujo parceiro é Rh positivo, ou que tenha recebido uma transfusão de sangue inadequado. Esse exame deve ser repetido mensalmente para verificar a existência de anticorpos anti-Rh.
Em caso positivo, a mulher precisa tomar uma dose de 300 mg de gamaglobulina anti-Rh, um concentrado de anticorpos que combate os antígenos Rh. A aplicação deve ser feita por via intramuscular após 72 horas do parto do primeiro filho, após aborto espontâneo ou induzido ou gravidez ectópica.
Como os anticorpos da imunoglobulina destroem as células Rh positivas do feto, a mãe não produzirá anticorpos anti-Rh. Desse modo, na gestação seguinte, o feto não desenvolverá eritroblastose. Administrar outra dose de imunoglobulina na 28ª semana de gestação pode representar uma medida adicional de segurança.

A prevenção é o melhor tratamento para a doença hemolítica por incompatibilidade de RH e deve começar antes mesmo de a mulher engravidar.
No entanto, se o bebê nascer com a doença, a primeira medida terapêutica é substituir seu sangue por meio de transfusão de sangue negativo, que não será destruído pelos anticorpos anti-Rh da mãe que passaram ao filho através da placenta. Como vivem cerca de três meses, as hemácias transferidas serão substituídas aos poucos pelas do bebê cujo fator Rh é positivo. Quando isso ocorrer por completo, não haverá mais anticorpos anti-Rh da mãe na circulação do filho.

Recomendações:
* Toda mulher deve saber qual seu fator Rh e o do seu parceiro antes de engravidar; tão logo seja confirmada a gravidez, mulher Rh negativo com parceiro Rh positivo deve realizar o exame de Coombs indireto para detectar a presença de anticorpos anti-Rh no sangue;
* Após 72 horas do parto do primeiro filho, nos casos de incompatibilidade sanguínea por fator RH, a mulher deve tomar gamaglobulina injetável para que os anticorpos anti-Rh sejam destruídos.
* Desse modo, os anticorpos presentes em seu sangue não destruirão o sangue do próximo filho.
(Fonte: Dr. Drauzio Varella e Luiz Fernando Fonseca)

Beijos e espero ter ajudado;

Pri

segunda-feira, 11 de abril de 2011

Assunto sério: Toxoplasmose.

Por sugestão de uma ex-aluna e muito querida chamada Michelli, vou ecrever hoje sobre a Toxoplasmose e seus riscos na gestação..

De acordo com o Dr. Drauzio Varela, toxoplasmose é uma doença infecciosa também conhecida como doença do gato e pode ter implicações sérias para o feto quando adquirida durante a gravidez.
Em muitos casos, os sintomas da toxoplasmose podem não se manifestar ou serem confundidos com os de uma gripe e a pessoa nem fica sabendo que se infectou. Noutros, os sintomas incluem febre diária, gânglios intumescidos e espalhados pelo corpo, mas a doença regride em algumas semanas, embora possa voltar se houver queda de resistência porque o Toxoplasma gondii não é eliminado do organismo.

A realização do exame de toxoplasmose faz parte de um conjunto de exames rotineiros de assistência pré-natal.
O resultado negativo indica que a mulher nunca teve contato com o parasita e reflete uma situação de potencial preocupação, porque se ela se infectar durante a gravidez poderá transmitir o parasita para seu concepto e a criança nascerá infectada. Nesse caso, é de fundamental importância recomendar que a mulher não vá a lugares freqüentados por gatos e não coma carne crua, mal cozida ou mal passada para evitar que adquira a infecção durante a gravidez.
O resultado positivo indica toxoplasmose antiga e curada e traz tranqüilidade total, pois a mulher está protegida contra a doença e não vai adquiri-la outra vez.
Sobre o tratamento, sabe-se que é variável.
Se a mulher está com a doença ativa, portanto com risco de transmissão congênita, a primeira atitude é evitar que essa transmissão ocorra. Para tanto, existe um antibiótico relativamente inocente para a grávida que se chama espiramicina. Na seqüência, é preciso verificar se o concepto foi ou não infectado, um passo bastante delicado porque implica a coleta de material do líquido amniótico por punção para pesquisar a presença de componentes do parasita. Esse exame é feito depois da décima sexta, décima oitava semana de gravidez, e o material examinado por técnicas avançadas de biologia molecular. Se o feto não foi infectado, a espiramicina é mantida até o final da gravidez para reduzir o risco. Se já foi, a única maneira de tratá-lo intra-útero é dando remédios potentes para a mulher. São remédios potencialmente tóxicos que requerem a avaliação do risco-benefício no sentido de tratar o feto e evitar os malefícios da toxoplasmose congênita. Como se vê, são decisões médicas seletivas e complicadas.

Espero ter esclarecido dúvidas e/ou despertado algumas..
Beijos;
Pri

domingo, 10 de abril de 2011

Interessantes..

Selecionei 2 lançamentos divertidos e interessantes para as crianças.
O 1 deles é o Toily 2 em 1 que facilita a passagem do pinico para o vaso sanitário.
Um pinico e adaptador, que ao mesmo tempo é divertido para as crianças e prático para os pais. Da marca Tinok http://www.tinok.com.br/prod_toily.php

O 2 é o Whely Bug que estimula a coordenação e o equilíbrio, em 2 tamanhos de acordo com a idade (1 a 3 anos e 3 a 5 anos). http://www.wheelybug.com/
PS: Não é propaganda, não ganho nem 1 centavo fazendo isso, é apenas uma dica ok? rs.
Beijos;
Pri